Seriam os Sinais dos tempos?

Todos os povos em todos os tempos construíram teorias acerca do início e também do final da vida em nosso universo, que os gregos chamavam de cosmos (beleza) e...

Geral
Por: Colunista Geral
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Todos os povos em todos os tempos construíram teorias acerca do início e também do final da vida em nosso universo, que os gregos chamavam de cosmos (beleza) e os latinos de mundo (pureza); daí advém o seu contrário, imundo, significando impuro. Mesmo a ciência está persuadida que houve um começo no famoso Big Bang e haverá um final no Big crunch. Até os mais céticos também acreditam que num sentido mais pessoal, o mundo inicia quando nascemos e termina quando morremos. Todavia tanto para a ciência quanto para a religião este ciclo de término seria precedido de eventos característicos que no sentido religioso pode ser interpretado como Sinais. Só para citar dois personagens num rol de tantos teóricos, lembramos São Joao Evangelista autor do Apocalipse ou livro da Revelação, e Nostradamus autor das profecias ou famosas centúrias.Tanto Sao João quanto Nostradamus falam sobre sinais nos céus e na terra demarcando o advento do Fim. Enquanto São João não coloca data específica, Nostradamus coloca a datação e as conjunções astronômicas em que os eventos ocorrerão. Primeiramente ele coloca as profecias de fim do segundo milênio e início do terceiro, o qual seria marcado por eventos cataclísmicos, como furacões, terremotos, inundações, secas, fome e grandes guerras mundiais; chegou a prenunciar uma grande fome onde o homem viraria canibal. Mas passadas estas desgraças com o término das guerras, a terra iria florescer numa era dourada de paz e prosperidade num período de mil anos. O mundo como conhecemos segundo Nostradamus só chegaria ao fim na proximidade do quinto milênio. São João por outro lado se utiliza de uma linguagem alegórica e enigmática para descrever os eventos do fim que lhes foram revelados; Desta forma o Apocalipse fala em sete selos, sete trombetas, sete portentos, sete cálices, quatro cavaleiros e seus cavalos de cores diferentes, a besta fera de sete cabeças, o dragão, a prostituta, o anticristo e o Cordeiro Sagrado. Por fim a batalha final com o juízo universal e a instituição da nova Jerusalém, com uma nova terra e um novo céu, o extermínio da besta e o acorrentamento do dragão. Para São João o fim da maldade e do mal sobre a terra iria ocorrer depois de muito sofrimento, mas finalmente a terra seria novamente a morada dos bons e justos, chamado de os “Eleitos”. Acreditando ou não nas profecias ou revelações, não podemos negar que vivemos num momento crucial marcados por eventos semelhantes aos previstos. Nunca tivemos tantos falsos pastores, guerras, terrorismo, subjugação dos mais fracos, destruição da natureza, fome, doenças e pestes; ultimamente aves estão caindo mortas em várias cidades do mundo, espécies inteiras estão desaparecendo, bramido assustador do mar, luzes inexplicáveis no céu, águas se tornando em cor de sangue, recuo do mar no Brasil e no mundo, vulcões e terremotos em qualquer parte do globo terrestres, entre outras. Sabemos que tudo isto pode ter uma explicação pela ciência, mas seriam naturais?, Ou estariam prenunciando os eventos finais previstos pelos profetas. Bem, certeza neste mundo não temos de nada, todavia podemos conjecturar como Nostradamus, São João e muitos outros; mas qualquer pessoa pode ler os sinais que a natureza ou Deus nos envia para efetuarmos a mudança enquanto ainda há tempo. Que este mundo velho da dor da injustiça e da morte chegue a seu término, e que possamos encontrar o novo céu e a nova terra.
Que Deus nos ilumine e nos ampare neste momento difícil pela qual passamos…E se for o fim, que Deus tenha piedade de nós!!
(Fonte: Bíblia Sagrada, Apocalipse de São João, Nostradamus, Google)

José Pedro Idalino

Eu sou o professor Jose Pedro Idalino, e sou natural de Turvo, filho da capital Turvo Baixo. De 1979 a 1985 fui seminarista da Ordem dos servos de Maria. Me formei na PUC do Paraná em 1987 com licenciatura em Filosofia e bacharelado em História e psicologia. Iniciei minha carreira de professor, começando no Pedro Simon em Ermo depois Jorge Shultz e colégio estadual de Turvo atual EEB Joao Colodel, no qual estou a 29 anos e hoje atuo na direção do Colégio pela segunda vez. Trabalhei como professor também em escolas particulares como Objetivo, Energia e Universidades como Unisul, Unibave e Unesc. Na Unesc fiz pós graduação em História e Mestrado em Educação. Atuei como professor por 15 anos em cursos como História, Matemática, letras, arquitetura, enfermagem, Artes visuais, Psicologia, Engenharia de materiais, Pedagogia, Administração comercio Exterior e Direito.