Dia da família na escola- reflexões sobre o evento

Criado em 2016 pelo governo de Raimundo Colombo, o Dia da família na escola, tinha por objetivo estreitar os laços entre o binômio família e escola. Na ocasião o...

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Por: Colunista Geral
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Criado em 2016 pelo governo de Raimundo Colombo, o Dia da família na escola, tinha por objetivo estreitar os laços entre o binômio família e escola. Na ocasião o Secretário da educação Eduardo Deschamps colocava o propósito pelo qual a educação catarinense poderia se pautar, na realização deste ato de grande significado para o processo educacional. De acordo com o secretário Deschamps, esta medida veio para estimular as famílias a visitarem as escolas catarinenses e realizarem tarefas de interação com os filhos.
Pela lei, ficou estabelecido em 2016, o terceiro sábado do mês de abril como o Dia Estadual da Família na Escola, a ser realizado anualmente. A data passa a integrar o calendário oficial de eventos do Estado de Santa Catarina e teve sua primeira edição realizada em 2016.
O secretário Deschamps na ocasião reiterou que “Com a data oficial no calendário das escolas, vamos trabalhar para incentivar a participação dos pais, dos familiares, dos professores e dos estudantes naquele momento para reconhecer e celebrar a importância que a família tem no processo educacional dentro da escola. O nosso objetivo é justamente aproximar cada vez mais a família. Existe uma série de indicadores que apontam que a educação cresce a partir do momento em que a família se envolve ativamente com a escola, inclusive com reflexos na aprendizagem dos alunos”, explicou. Agora em 2019, o novo governo do comandante Moisés reafirma a continuidade desta data no calendário escolar catarinense, e o atual secretário da educação Natalino Uggione destaca a importância do evento citando uma pesquisa realizada pela MenCare, organização que está presente em mais de 30 países, a qual afirma que ” os filhos se tornam mais bem-sucedidos e felizes quando seus pais participam de forma ativa em sua educação. O relatório fala da importância da participação nas tarefas diárias das crianças e constata que os próprios pais também apresentam melhores índices de saúde física e mental quando são mais presentes na vida dos filhos. As crianças melhoram o desenvolvimento cognitivo e o desempenho escola.” Com efeito, todos os trabalhadores em educação em Santa Catarina e no Brasil, sabem que nos últimos tempos tem ocorrido esta ruptura entre familia e escola, e por consequência tem se deteriorado as relações entre pais e filhos e escola. A sociedade com suas mazelas adentra o seio da escola que por sua vez se sente impotente em poder responder a tantas demandas a qual é acometida. Um estudante passa quatro horas numa escola e vinte com sua família; porém sabemos que destas vinte horas muitas delas são terceirizadas para as redes sociais, TV, entre outras, e muito pouco para o diálogo franco e aberto entre pais e filhos. Assim vamos perdendo nossos estudantes para as drogas, amizades nefastas e outras vias negativas de comportamento. Por isso a relevância da afirmação de projetos como este que acima de tudo visa conscientizar nossos familiares a cerca da importância da participação, interação e diálogo na construção de pontes em comum para uma nova sociedade possível. Portanto, parabenizamos a todos, escola, sociedade, governo e família envolvidos neste belo evento que visa aproximar pessoas num objetivo comum!!

Fontes: (Alexandre Lenzi / Secom; http://www.sc.gov.br/mais–2016; SED- Natalino Uggione, 2019; grupo Mencare)

José Pedro Idalino

Eu sou o professor Jose Pedro Idalino, e sou natural de Turvo, filho da capital Turvo Baixo. De 1979 a 1985 fui seminarista da Ordem dos servos de Maria. Me formei na PUC do Paraná em 1987 com licenciatura em Filosofia e bacharelado em História e psicologia. Iniciei minha carreira de professor, começando no Pedro Simon em Ermo depois Jorge Shultz e colégio estadual de Turvo atual EEB Joao Colodel, no qual estou a 29 anos e hoje atuo na direção do Colégio pela segunda vez. Trabalhei como professor também em escolas particulares como Objetivo, Energia e Universidades como Unisul, Unibave e Unesc. Na Unesc fiz pós graduação em História e Mestrado em Educação. Atuei como professor por 15 anos em cursos como História, Matemática, letras, arquitetura, enfermagem, Artes visuais, Psicologia, Engenharia de materiais, Pedagogia, Administração comercio Exterior e Direito.