Chapecoense – um ano da tragédia

Exatamente a um ano nas serras colombianas tivemos o trágico acidente aéreo envolvendo um time de futebol de Santa Catarina, a querida Chapecoense fundada em 1973. Poucos sobreviveram de...

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Por: Colunista Geral
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Exatamente a um ano nas serras colombianas tivemos o trágico acidente aéreo envolvendo um time de futebol de Santa Catarina, a querida Chapecoense fundada em 1973. Poucos sobreviveram de uma delegação inteira, que na Colômbia buscavam o sonho de um título inédito da copa sul Americana. As circunstâncias em que ocorreram a tragédia deixaram uma imagem impactante que emocionou muitos pelo planeta, sejam amantes do futebol ou não. O fato ocorrido não tirou o sonho apenas de um time,mas de todos os humanos que lutam e sonham por uma situação de vida melhor. Assim,de uma forma violenta foram destruídos muitos sonhos, principalmente dos familiares,amigos, parceiros e do próprio clube catarinense. Hoje o jornal El País relembrava a tragédia reportando os muitos envolvidos que ainda não receberam nenhuma indenização, salvo uns poucos que o seguro cobriu. Evidentemente o dinheiro não evitará a dor da perda nem suprirá sentimentos e emoções de profundo pesar.Apenas poderá num momento difícil trazer um conforto material para aqueles que dependiam dos salários desses atletas para garantirem seu sustento.Talvez maior que as tragédias naturais que a vida nos coloca, são as humanas marcadas por imperícia, imprudência e total ausência de responsabilidade, que neste caso da chapecoense foi o que ficou configurado.
Apesar de tudo, esperamos que a justiça seja feita, que as pessoas torturadas na alma pela dor sofrida sejam consoladas, que a solidariedade seja mais forte que a indiferença. Que o amor Maior envolva o coração de todos.
Salve Chape!! Para sempre Chape!!!

José Pedro Idalino

Eu sou o professor Jose Pedro Idalino, e sou natural de Turvo, filho da capital Turvo Baixo. De 1979 a 1985 fui seminarista da Ordem dos servos de Maria. Me formei na PUC do Paraná em 1987 com licenciatura em Filosofia e bacharelado em História e psicologia. Iniciei minha carreira de professor, começando no Pedro Simon em Ermo depois Jorge Shultz e colégio estadual de Turvo atual EEB Joao Colodel, no qual estou a 29 anos e hoje atuo na direção do Colégio pela segunda vez. Trabalhei como professor também em escolas particulares como Objetivo, Energia e Universidades como Unisul, Unibave e Unesc. Na Unesc fiz pós graduação em História e Mestrado em Educação. Atuei como professor por 15 anos em cursos como História, Matemática, letras, arquitetura, enfermagem, Artes visuais, Psicologia, Engenharia de materiais, Pedagogia, Administração comercio Exterior e Direito.